terça-feira, 3 de novembro de 2009

POR QUE NÃO A UNÇÃO DO RISO ?


Da mesma forma que alguns exageram em seus "atos proféticos" outros exageram em falar dos "atos proféticos" dos outros. Se não quer essas atitudes (sei que muitas vezes extremas) em sua igreja, deixe a igreja do outro em paz e não critique! Eu me converti a Jeusus na igreja batista e hoje (20 anos depois) sou membro de uma igreja neo-pentecostal. Posso afirmar que em todas as denominações existem coisas absurdas, mas se eu for parar para ficar criticando A, B ou C vou perder um tempo precioso demais, pois as vidas estão pr aí e elas carecem de Jesus. Se o camarada curte a "unção do leão" ou não, você acha que isso poderia interferir em sua salvação (transferência do caráter de Deus ao homem)? Será que Deus deixaria de redimir, perdoar, salvar, justificar e glorificar alguém apenas pelo fato de ele rir com a "unção do riso" em um culto? Sinceramente acho perda de tempo discutir essas coisas enquanto o crack arraza uma grande parcela da população. Imagina se você, ao término do culto em sua igreja, quando chegasse na calçada da rua desse de cara com um "profeta" com as nádegas de fora... acharia ridículo, não? Pois é, um dos maiores profetas do 1º testamento fez isso e você nem o ridiculariza por isso (Isaias 20:3,4). Ah.. tudo bem... houve um propósito específico para que ele fizesse aquilo... mas quem te garante que não possa acontecer em nossos dias com o irmão da "outra igreja"? Você pode até pensar como os legalistas (que você critica) e dizer que "o grande ato profético Jesus já consolidou na Cruz do Calvário" e hoje não precisamos mais disso... Engraçado como somos tão duros com os que caminham ao nosso lado e tão flexíveis com aqueles que nos odeiam. Quer saber? As vezes deve ser bem legal rir pra caramba com a "unção do riso"; pelo menos é bem melhor do que chorar por falta de motivações legais nessa vida tão chata, quando não se conhece a Deus.
Gilson Cunha.
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domingo, 25 de outubro de 2009

Hoje é Domingo !


Hoje é domingo.. apenas mais um dia como outro qualquer, porém como é dia de descanso no Brasil, vamos a igreja para adorar a Deus! Graças a Deus que nossa salvação não depende de um dia específico; de uma roupa específica ou mesmo de uma linguagem específica... O SENHOR nos chamou para vivermos "misturados" com as pessoas, sem, porém, fazer o que elas fizerem de ruim...aí está nossa diferença Graças a Ele que não temos medo do inferno, sinmplesmente porque estamos debaixo da Graça de Cristo Jesus... chega de sentir esse medo estranho, tão proliferado nas igrejas - parece um câncer se apoderando dos crentes... Você lembra: "Se Cristo vos libertar sereis verdadeiramente livres"... Lembra? Salvos, salvos para sempre? Sim, claro... mas devemos buscar sempre a santidade em Jesus..afinal o crente verdadeiramente salvo (aquele que recebe o Espírito Santo no ato da conversão) deseja o céu ardentemente, mais que tudo em sua vida... Ele deseja fazer a vontade de seu Mestre, independente do medo, da fome, nudez, espada, políticos, artimanhas da mídia, etc.. E você ainda está com medo do inferno? Vai ler a Bíblia ! Vai conhecer aquele a quem você chama de Deus... experimente chamá-lo simplesmente: "Papai". Tudo isso porque hoje é domingo...


Gilson Cunha
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domingo, 18 de outubro de 2009

Você é pescador ou caçador?


Em Lucas 5:10, para alcançar a comunidade Jesus utilizou a frase "Vos farei pescadores de homens", que é o mesmo que "de gente". Ele usou o termo "pescar" e não "caçar". Percebeu? Caçar é agressivo; pescar é mais gentil. O caçador localiza e atira de longe, geralmente encoberto pelas ramagens de um arbusto; o pescador, sabendo que os peixes não enxergam fora d’água, observa tudo ao redor e os atrai para morder a isca. Na caça utiliza-se a mesma munição para acertar todos os alvos; na pesca, há vários tipos de isca, uma para cada grupo de espécies de peixe. O caçador deve dar o melhor tiro e pronto; o pescador arremessa longe ou próximo da margem, conforme sua necessidade em atingir o melhor ponto do mar devido às marés; ele também sabe recolher a linha conforme cada tipo de peixe fisgado.

Na caça: Ser bom atirador é essencial; na pesca, qualquer um pode jogar o anzol.
Alguns princípios de pescaria são:


1- Precisamos conhecer o que estamos pescando. Jesus sabia o tipo de pessoas que devia ganhar, Mt 15.24: "Eu fui mandado somente para as ovelhas perdidas do povo de Israel". Qual era o alvo evangelístico de Jesus? À quem Ele foi enviado para ganhar? ...as ovelhas perdidas da casa de Israel. Aqui na cidade, não estamos interessados em ganhar pessoas que já participam de alguma igreja - esse não é nosso alvo - nosso alvo são pessoas sem-igreja. São esses que queremos pescar! O princípio número dois é:


2- Temos que aprender a pensar como um peixe. Jesus sabia o que as pessoas pensavam; sabia muito bem que tipo de fome elas sentiam - podia reconhecer suas necessidades primordiais.
Nós temos um problema: "Quanto mais tempo faz que somos crentes, menos nós pensamos como um não-crente pensa." Se o paletó dificulta a aceitação por um grupo determinado de pessoas, então às favas com o paletó! Arranque a gravata e vá "pescar" de jeans e tênis! Tem crente que faz evangelismo na praia utilizando terno... Afinal, você é servo de Jesus Cristo ou testemunha de jeová? É legalista como os adventistas ou pode sentar num bar, bebendo uma coca-cola e impregnando o ambiente com a unção que foi derramada sobre a sua vida?


3- Temos que priorizar o peixe que está mordendo a isca. As igrejas que crescem são aquelas que dão atenção às pessoas mais interessadas no Evangelho. Digo isto porque existem pessoas que não estão interessadas em "morder" a isca. Querem apenas as "bênçãos" e pronto. Outras nem as bênçãos lhes causam interesse, pois tem o coração muito duro. Uma vez Jesus disse aos discípulos: "Se ninguém vos receber, nem ouvir as vossas palavras, saindo daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés" (Mt 10.14). Isto é uma ordem que devemos administrar com bom censo.


4- Devemos pescar os peixes onde eles estão. Nisso, nós crentes, somos muito engraçados: viemos para a igreja e esperamos que os não-crentes venham também. É como se disséssemos: "Ah! Eis aqui um lago, e tem sombra! Vou ficar aqui pescando". Mas os peixes não estão neste lago. Estão no rio...talvez estejam em alto mar!!! Irmãos, para ganhar pessoas para Jesus nós temos que ir aonde elas estão. Onde estão nossos peixes? Eles estão no seu lago! Eles estão em nossos círculos de relacionamentos: família, parentes, conhecidos, vizinhos, colegas, amigos... Podem estar nas ruas, nos becos, favelas, comunidades carentes onde ninguém quer ir... Podem estar morrendo sem oxigênio na poluição das drogas, nos presídios, prostíbulos...


Conclusão


Jesus disse que você foi feito por Ele um pescador de gente para o reino de Deus! Deus tem muitos anjos, mas eles não foram designados para tal obra. O que eles fazem é torcer para a salvação. E quando conseguimos alcançar alguém, eles festejam como se um gol tivesse sido marcado. Eu quero dizer que chegou a hora de você fazer a melhor pescaria da sua vida!


Gilson Cunha
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Semi-deuses




Às vezes gasto um pouco do meu tempo dando uma olhada no que alguns líderes tem proclamado por aí. Uma categoria de líderes tem se destacado pela manifestação de seus [super-poderes], que os tornam destaque em suas comunidades. Eles tem a tão desejada “unção”. Eles rodopiam, pulam, curam, falam em línguas estranhas, têm visões e revelações especiais, determinam que situações sejam resolvidas de imediato, dão ordens ao diabo, tiram espíritos, desfazem macumbaria e qualquer trabalho de feitiçaria, resolvem pendências amorosas, e por aí vai. São uma espécie de semi-deuses evangélicos. A multidão, embobecida por tão grandes manifestações de “poder” de seus semi-deuses, busca uma migalha que eles possam dar. Uma gota de suor, uma revelação, um toque, um olhar, um pedaço de suas vestes, uma atenção que seja. Qualquer coisa serve, pois o importante é pegar um pouco da “unção”, que eles mesmos nunca terão, pois é reservada e de posse esclusiva dos semi-deuses. A atitude destes semi-deuses mundiais, universais, internacionais, me deixa enojado. Eles fomentam toda essa situação e mantém o povo na ignorância. Fazem questão de ostentar seu “poder” e de disparar suas determinações. A atitude do povo também me enoja, pois eles também fomentam a fama do seu semi-deus a todo custo, patrocinando, colaborando, sustentando e comprando suas obras “ungidas”. Não buscam o entendimento e a verdade na Palavra de Deus, mas aceitam, como cordeirinhos, as diretrizes malignas impostas suavemente a eles, através de favores que saciam seu egoísmo.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Falta de perdão


Podemos apresentar o ressentimento como uma jaula onde trancamos os nossos “monstros”, e quando trancafiamos os nossos piores temores nesse cárcere de ódio e dor, nos tornamos tão ou mais enjaulados, simplesmente porque ficamos apenas guardando a entrada como carcereiros de uma prisão tosca e doentia, chamada falta de perdão.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Deus não é surdo (Pr. Marcio de Souza) extraído.


Barulho é sinal de relevância? essa é a pergunta que me faço toda vez que vejo alguns pregadores esbravejar desesperadamente em busca de atenção. Estilo é uma coisa, fazer palhaçada é outra. Existem grandes homens de Deus que falam apaixonadamente e se colocam de forma mais ácida que o normal e isso é muitas vezes fruto da paixão ou da indignação.


Os templos neopentecostais são em sua maioria uma loucura total. Uma gritaria doida, ninguém se entende, parece até em alguns casos macumba gospel. A Bíblia nos exorta a exercer o culto a Deus com ordem e decência pois ele deve ser inteligível. Se não for dessa forma não promove nada além de bagunça.


Chega de avalizar essa teologia rasa e vendida. Chega de baixar a cabeça pras vigílias mais doidas que existem, chega de assinar embaixo das profetadas sem nexo nem amparo bíblico dos "vasos" que detectam até câncer de próstata em mulher. Chega de bancar os ghostbusters da fé. Viva a reforma protestante, viva as escrituras sagradas, viva o estudo da teologia como forma de encontrar Deus, viva o carisma, o dom do espírito!


domingo, 11 de outubro de 2009

Apenas respostas...

Se começarmos a buscar respostas que satisfaçam nossas expectativas quanto às ações de Deus, apenas perderemos nossa simplicidade de ser o que somos. Deus nos dá alegria suficiente para fazermos outras pessoas alegres. Se o nosso orgulho nos afasta de quem nos ama devemos repensar a vida que temos vivido. Eu sei que na maioria das vezes o mais difícil é reconhecer o próprio erro; o próprio orgulho – esse mesmo que também tanto nos machuca. Houve um tempo em os “rachas” não eram tão normais. Os anjos eram criaturas formidáveis e quase perfeitas. Alguns deles eram aferidores de medida para todos os outros; uma espécie de parâmetro para a criação de outros anjos com as mesmas características. Deus como sempre, a despeito das suas criaturas – seja uma lesma, seja um homem – concede graciosamente aquilo que eu considero o que há de mais lindo na pureza de Deus – Ele simplesmente confia indiscriminadamente. Um voto de confiança de Deus pode significar a restauração de uma vida; na verdade a própria vida é o maior voto de confiança que o Senhor poderia dar às suas criaturas. O problema é que apenas os anjos e os homens se aventuram a perder essa confiança divina na liberdade do ser. Todos os outros seres aproveitam a grande oportunidade, agarrando-se ao fôlego de vida como sendo o bem mais precioso – e o é. Essas criaturas mais simples não conseguem amar como nós, porém continuam sempre dependentes da confiança e do amor de Deus sobre suas vidas, mesmo que nem saibam o que isto signifique. Vou tentar explicar: O cão simplesmente ama seu dono com uma espécie de paixão ou amor transferido... condicionado; naquele momento o “dono” é a própria imagem da divindade para ele. É o seu “dono” quem o protege, alimenta, dá abrigo e lhe faz carinho. Quando um cachorro ataca e morde a mão daquele que lhe é como um deus o faz geralmente por loucura ou doença – ou porque não passa apenas de um animal. Nós que podemos pensar – talvez esse seja o grande problema do homem – temos necessidade de querer mais e mais todas as coisas sem nem saber na maioria das vezes por que estamos querendo. Ganância, insensatez, orgulho. O orgulho fez primeiramente os anjos, depois os homens, perder o precioso voto. Por isso “rachamos” ou rasgamos nossos votos, contratos, relacionamentos. Perdemos a comunhão muitas vezes por nada. Foi assim com lúcifer; continua sendo conosco. Graças ao amor de Deus que nós ainda temos a chance de reverter o quadro, isto é, apenas aqueles que tomam consciência disto.

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