terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Maravilhe-se e adore.

“Exaltem o Senhor, o nosso Deus, prostrem-se diante do estrado dos seus pés...” – Salmo 99:5 

Nunca perca a capacidade de maravilhar-se diante de Deus, ou você perderá a motivação para adorá-lo. Se você não acreditar que Deus é todo-poderoso, onipresente e acessível, viverá em um estado de ansiedade, acreditando que tudo depende de você. Isso fará com que você se encolha e deixe de compartilhar a sua fé com medo de ser ridicularizado e de não encontrar as palavras certas. 

Você deixará de ser generoso porque a fonte da sua segurança estará em si mesmo. Você evitará confrontar aqueles que precisam ser confrontados, porque quando não tem certeza da aceitação de Deus, você se torna escravo da opinião das pessoas. Vivemos em uma era que encoraja o cinismo e desencoraja a nossa capacidade de nos maravilharmos com qualquer coisa. Reduzimos nosso poder de nos impressionarmos e maravilharmos, mas bem lá no fundo ainda desejamos ardentemente sentir tais coisas. 

Quando você reduz o seu conceito de Deus, para encaixá-lo no seu próprio racionalismo, você ora sem fé, trabalha sem paixão, serve sem alegria, e sofre sem esperança. E o resultado é medo, fuga, e perda de visão. Mas há uma coisa que é garantida para restaurar o seu entendimento do quanto Deus é grande – a adoração. Deus nos criou para que quando experimentamos algo que nos deixa maravilhados, tenhamos necessidade de louvá-lo, de envolvê-lo com palavras. Não adoramos a Deus porque Ele precise disso, mas porque nós precisamos disso. 

Sem adoração, a nossa percepção Dele é incompleta; nós nos esquecemos do quanto Ele é grande; negligenciamos nosso chamado e ficamos envolvidos com nós mesmos. Perdemos a capacidade de nos maravilharmos e de sermos gratos nos fatigando enquanto passamos pela vida em alerta, e acabamos confiando em nós mesmos, ficamos obstinados e orgulhosos. Então, que todos os dias possamos fazer uma pausa e dizer com o Salmista: “Exaltem o Senhor, o nosso Deus, prostrem-se diante do estrado dos seus pés...” (Sl 99:5 ).

terça-feira, 10 de agosto de 2010

"Um bom planejamento e o trabalho diligente levam à prosperidade.” Provérbios 3:21-22 NLT

    As pessoas que estabelecem metas realizam muito mais do que as pessoas que têm a mesma educação e capacidade, mas não o fazem. Tendo isto em mente, estabeleça estes oito princípios em sua vida.
  
    1) Decida o que quer. Mas primeiro consulte a Deus. “Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor” (Provérbios 19:21 NVI).2) Pense no papel.  Escrever os seus alvos dá a eles o sentido de permanência, e também enche você de energia. “Um bom planejamento e o trabalho diligente levam à prosperidade”. Objetivos imprecisos não o levarão onde você quer chegar. 3) Estabeleça um prazo.  Sem um começo e um fim definidos fica fácil procrastinar e não chegar a lugar algum. 4) Faça uma lista do que você precisa fazer. Mantenha os olhos nela o tempo toda; ela lhe dará a trilha a seguir. 5) Transforme a sua lista em um plano. Decida o que precisa fazer primeiro e o que pode fazer mais tarde. Um plano bem amarrado é sempre melhor do que tentar arrumar as coisas na sua cabeça.  6) Aja imediatamente. “Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, aproveitando ao máximo cada oportunidade” (Efésios 5:15-16 NVI). Faça algo! Um planejamento medíocre que é implementado supera um planejamento brilhante que não sai da gaveta. 7) Faça alguma coisa todos os dias para progredir. Inclua isto em sua programação. Por exemplo, leia sistematicamente a sua Bíblia, ligue para um determinado número de clientes, envolva-se em uma atividade física por um certo tempo. 8) Tenha um alvo ao qual esteja disposto a dedicar a sua vida. E mantenha os olhos nesse alvo em todo o tempo. “Ensina-nos a contra os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria” (Salmos 90:12 NIV). 

sábado, 5 de junho de 2010

Separando o 'cultural' do 'espiritual'.

Existem muitas discussões nas igrejas sobre doutrinas humanas e doutrinas eternas; muitas formas de enxergar um mesmo ponto, porém nada que devesse impedir a caminhada e a comunhão dos crentes, só que não é o que observamos sempre. Uns consideram errado comer alimentos a base de sangue (chouriço, galinha ao molho pardo, sarapatéu, etc); outros, contudo não vêem nada de anormal. Muitos irmãos utilizam as palavras de Tiago em Atos 15:20 para enfatizar que não devemos ingerir sangue - dizem que é uma questão doutrinária; o problema é que mais adiante, no verso 29 vem o complemento: "não comam a carne de nenhum animal que tenha sido oferecido em sacrifício aos ídolos; não comam o sangue nem a carne de nenhum animal que tenha sido estrangulado." Notamos aqui que a questão não é o sangue; o foco não é o fato de comer ou não sangue, mas sim de não comer animal estrangulado!
Qualquer animal que morre estrangulado, além do fato de ser uma tremenda ruindade também é prejudicial a saúde humana, pois este como consumidor final pode ser acometido de inúmeras doenças oriundas do sangue 'pisado' desses animais. O sangue é um tremendo veículo de diversas patologias; é um meio de cultura para diversos microorganismos prejudiciais ao ser humano. Hoje é 'moleza' chegar a essa conclusão, mas a dois mil anos...
Minha conclusão: Eu não tenho nenhum receio de comer uma suculenta picanha mal passada; quem me julga é minha consciência... Afinal, não somos sacerdotes e reis? Não temos a mente de Cristo?
Quer comamos, quer bebamos; quer façamos qualquer outra coisa, façamos para a Glória de Deus!   
Amém!!    

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O poeta e a rosa (Vinícius de Moraes)


Ao ver uma rosa branca
O poeta disse: Que linda!
Cantarei sua beleza
Como ninguém nunca ainda!

Qual não é sua surpresa
Ao ver, à sua oração
A rosa branca ir ficando
Rubra de indignação.


É que a rosa, além de branca
(Diga-se isso a bem da rosa...)
Era da espécie mais franca
E da seiva mais raivosa.


- Que foi? - balbucia o poeta.
E a rosa: - Calhorda que és!
Pára de olhar para cima!
Mira o que tens a teus pés!


E o poeta vê uma criança
Suja, esquálida, andrajosa
Comendo um torrão da terra
Que dera existência à rosa.


- São milhões! - a rosa berra
Milhões a morrer de fome
E tu, na tua vaidade
Querendo usar do meu nome!...


E num acesso de ira
Arranca as pétalas, lança-as
Fora, como a dar comida
A todas essas crianças.


O poeta baixa a cabeça.
É aqui que a rosa respira...
Geme o vento. Morre a rosa.


E um passarinho que ouvira
Quietinho toda a disputa,
Tira do galho uma reta
E ainda faz um cocozinho
Na cabeça do poeta.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Jesus... perguntou: ‘Vocês também vão embora?'


João 6:67 NLTDizemos: “O que farei se eles partirem e nunca mais voltarem?” Este é um dos nossos maiores medos; o abandono! Observe o bebezinho quando a mamãe sai do quarto; o terror aparece no seu rostinho. A nossa memória registra esses momentos traumáticos e os relembra mais tarde quando um relacionamento importante está se desintegrando em nossas mãos. Jesus entende como você se sente. “... muitos dos Seus discípulos viraram as costas e o abandonaram” (João 6:66 NLT). Qual foi a Sua reação? A indiferença. “Quem precisa de vocês?” A falsa vanglória: “Posso passar muito bem sem vocês”? A vingança: “Eu não me irrito, eu me vingo”? Não, ouvimos as suas emoções intensamente humanas: “... Vocês também vão embora?” ‘(João 6:67 NLT). Está tudo presente ali: a dor da perda, a dúvida quanto ao que vai acontecer em seguida, a previsão de como aquilo nos afetará e de como poderemos passar por aquilo. Quando você enfrentar o abandono de alguém a quem ama e tiver pavor de perdê-la, lembre-se: 1) Os esforços para impedir alguém de nos abandonar geralmente não funcionam. Implorar, manipular, lágrimas e promessas geralmente intensificam a determinação que a pessoa tem de partir. 2) Em algum momento, passaremos pela dor de perder alguém a quem amamos, ou de nos decepcionarmos com as pessoas. É por isso que Deus nos diz repetidamente: “Não temas, Eu estou contigo”. 3) A dor que você sente é legítima. Aqueles que dizem “Você não deveria se sentir assim”, são bem intencionados, mas estão errados. Reconhecer a dor inicia o processo de cura dos sentimentos. Não se pode curar o que não se quer sentir ou tratar. Portanto, reconheça os seus sentimentos, faça uso da graça de Deus, e passe pelo processo de cura.

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Eu não suporto mais !!!!!


Não dá mais, definitivamente, não agüento mais. É até estranho, meu coração se põe em angústia, minha alma se contorce dentro de mim e minha boca seca.
O mercado gospel tem apresentado e proporcionado aos ouvintes, diversos tipos e estilos de música, de funk a country tudo se adapta ao estilo gospel de cantar. Eu até tento ser eclético para com esse tipo de música, me esforço pra me colocar no meio da multidão, levantar as mãos, e repetir o cansativo refrão a pedido do líder do grupo de louvor, mas não consigo mais. Pobreza poética, superficialidade de sentimentos, interpretações “soltas” das Escrituras, barulho, gente chorando e fazendo “biquinho” sem sentido algum, cantor que se lança no chão adorando de maneira “extravagante” e músicas de uma estrofe e o refrão (já dizia o João: meras repetições), uma verdadeira sessão de hipnose. Esse é o retrato perfeito dos grupos gospel de nosso famigerado evangelicalismo e confesso, não estou mais disposto a colocá-lo num quadro e pendurá-lo na parede da minha alma.
Mantra gospel já não me faz bem ao coração, me dá dor de cabeça e sinto enjôo.
Em contrapartida, ando encantado, não consigo ficar um dia, sem escutar MPB, escuto Chico, Milton, Djavan, Tom, Vinícius, Lenini, Renato, Elis, Takai, Salmaso; também não passo sem o "meu" Jazz: Chat Baker, Miles Davis, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Victor Wooten, Elle Fitzgerald – são tantos que é melhor parar por aqui, se não vou acabar escrevendo mil páginas. Na comunidade evangélica existem, ainda que pucos, excelentes artistas envolvidos com a música popular, não consgio ligar o computador e não ouvir Gerson Borges, João Alexandre, Estênio Marcius, Jorge Camargo e Cia.
Diante disso a verdade é que eu não desisti de acreditar que podem surgir na comunidade evangélica bons músicos e músicas excelentes, o problema é que o dom da criatividade está desaparecendo, os corações estão cheios de nada. Quanto mais o tempo passa, maior é o número de cantores e músicos gospel (astros), contudo, de uma maneira contrária e na mesma proporção, diminui o contingente dos excelentes artistas e poetas cristãos.
Enfim, ainda não desisti de acreditar na música cristã, existem, como nos tempos de Elias, remanescentes – pessoas dotadas do dom da criatividade – que produzem bons poemas, textos, músicas, honrando a Deus e sendo “puros” às Escrituras. Enfim, são poucos, mas existem bons artistas (no jeito bom de ser) na comunidade evangélica brasileira e é por elas que ainda não desisi de acreditar. Eu só preciso deixar claro que, o que me deixa esperançoso é que se por acaso essas vozes se calarem, não tenho dúvidas, as pedras cantarão (na verdade elas já clamam e cantam).
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